Resultado MD Elsewhere (Mar/20): -19,6%. Em 2020: -23,5%.

Wow!

 

Perfect Storm.

Março de 2020 entrou na história como um dos piores meses para investidores.

O barco do MD Elsewhere entrou em mar revolto, são tempos difíceis para todos.

O duplo choque Covid-19 + Guerra de preço do Petróleo acertou em cheio a saúde e economia mundiais.

O cenário realmente mudou.

Os próximos meses serão muito duros.

Esse momento de lockdown, que prefiro chamar de confinamento em vez de quarentena, é algo novo para todos. Parece ficção.

Não falarei de saúde ou o que penso sobre esse tema aqui neste post. Seguirei nosso mandato de comentar o resultado do portfólio de investimentos MDE.

Nos ventos favoráveis e também nos desfavoráveis. Vamos lá!

1. Introdução. Ano de Investimento #15 / 2020 / Idade 34 / Março

Aí vai o resultado mais negativo da série histórica mensal do MDE.

Resultado MDE 03/2020

Outros índices:

  • CDI março/ano: 0,34% / 1,01%.
  • IBOV março/ano: -29,9% / -36,9%.
  • Portfólio MDE março/ano: -19,6% / -23,5%.

2. Notas Pessoais

2.1 KPI – Key Performance Indicators (Indicadores de Desempenho)

Abaixo estão os índices para avaliar minha performance, eles servem de meta, lembrete e guia.

  • Rentabilidade da carteira no mês, no ano e crescimento patrimonial no ano: -19,6%, -23,5%, -22,1%.
  • Aporte mensal em relação ao Patrimônio Líquido do ano anterior: 0,4%.
  • Aporte mensal em relação à Renda Líquida do mês: 60% / meta 60%. OK!
  • Proventos mensais recebidos para a meta de Independência Financeira: 66%. O pico foi aproximadamente 70%, essa é a primeira queda significativa da média móvel 12 meses. Décimo terceiro mês consecutivo na faixa entre 60-70%.
  • Leitura ou escuta (audiobook) de 1 livro por mês em 2020. Realizado: 01/12.
    • Escutando atualmente: Shoe Dog: A Memoir by the Creator of Nike – Phil Knight.
    • Lidos/escutados em 2020:
      • Sapiens: A Brief History of Humankind – Yuval Noah Harari.
    • Em 2019, lidos 8: Utopia for Realists / Irracional Exuberance / Mindset: a nova psicologia do sucesso / O Poder do Hábito / Principles / The Tipping Point / Secrets of the Millionaire Mind / Nudge.
    • Livros estacionados: Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes / O Buda e o Executivo / The Snowball – Warren Buffet and the Business of Life.
  • Realizar 8x atividades de triatlo no mês, 1 h/semana. Para o próximo mês, inseri meditar 8x nos KPIs.
    • Corri 3x / Nadei 0x / Pedalei 0x / Meditei 0x.

2.2 Movimentação de ativos

O mês de março foi mais agitado que fevereiro.

Considero que entrei nesse mar revolto (crise) com 10% de Caixa em Reais no patrimônio. Isso é muito mais que o investidor Pessoa Física geral.

Geralmente, as pessoas não conseguem segurar um valor de caixa na carteira de investimento quando todos os ativos estão subindo. O investidor é inclinado a colocar seus recursos totalmente no que está dando retorno.

A minha estratégia é sempre ter Caixa, ou seja, dinheiro líquido em Fundos DI ou Tesouro Selic para aproveitar barganhas quando os preços caem.

Para esta crise, eu escolhi o ETF SMAL11 para efetuar as compras. Esse ETF segue o índice SMLL da B3. Clique aqui para mais informações sobre o ETF.

SMAL11:

  • Comprei 600x SMAL11 em 06/03 a 120,00 BRL. A compra nesse preço significa um valor -19% do preço de pico do ETF. Usei 2%  dos 10% de Caixa que tinha no patrimônio.
    • Análise: Fui com muita sede nessa compra inicial. O cenário era ainda otimista para mim, e não sabíamos de todo o desdobramento atual do Covid-19 e Guerra de Preço do Petróleo.
  • Comprei 800x SMAL11 em 12/03 a 88,00 BRL. A compra nesse preço significa um valor -40% do preço de pico do ETF. Usei 2% dos 10% de Caixa.
    • Análise: Esta compra foi mais condizente. Com o mesmo valor de 2% de Caixa, pude comprar 200x SMAL11 a mais que a primeira compra.
  • Minha próxima ordem de compra está lançada “na pedra” da corretora. Se o índice cair até o valor que quero, comprarei 1400x SMAL11 a 55,00 BRL. Utilizarei 2% dos 10% de Caixa.
    • Análise: Cada vez mais que o preço cai mais, coloco no meu carrinho de compras mais produtos pagando o mesmo valor total, neste caso 2% do Caixa. Isso é o normal a se fazer, comprar mais quando a liquidação começa. Contudo, o investidor geral normalmente fica paralisado ou sem caixa nos momentos de queda. Ele só vai recuperar a vontade de comprar quando os preços estiverem lá no topo e a euforia voltar, comprando caro outra vez. O ciclo se repete daí.

ETF SMAL11 desde 2019. O Topo histórico é 147,51 BRL. Comprei com 2% de Caixa a 120,00 (-19%), e também comprei com 2% de Caixa a 88,00 BRL (-40%). As linhas horizontais em azul representam o pico e os momentos de compra.

Movimentações táticas em 13/03: saem FEXC11 (102,05 BRL), KNCR11 (100,05 BRL), RBRR11 (94,50 BRL), entram VIVT4 (49,20 BRL) e ABEV3 (12,20 BRL). Usei 1,2% oriundos da venda dos FIIs e 0,6% oriundos de DI, totalizando uso de mais 1,8% dos 10% de Caixa.

  • Eu considerava esses FIIs de Papel como parcela do meu Caixa de 10% do Portfólio. Essa consideração pode ter críticas, mas eu acredito ser possível se feita com parcela pequena (até 20% de todo o Caixa de Pessoas Físicas).
  • Percebi nessa data que poderia fazer uma movimentação interessante nas classes de ativos, movendo parte de FIIs para Ações. O ponto é que o mercado de Ações é o mais eficiente e líquido, então ele se ajusta muito mais rápido com as notícias e cenário vigente. Isso é bom. Eu tinha esses FIIs de papel e já não os queria mais.
  • Inferi que o ajuste (queda) das ações veio mais violento que o dos FIIs até então, e por isso girei esse valor de FIIs para Ações. Esses FIIs tem remuneração atrelada ao CDI, que está no menor valor histórico. Além do mais, é possível que a Selic diminua mais, amassando o rendimento deles.
  • Troquei então por Empresas líderes nacionais, Vivo e Ambev. Essas empresas são resilientes, as melhores do Brasil nos seus setores. Certamente elas navegarão com arranhões pela crise, mas estarão prontas para a retomada seja lá quando acontecer.
  • Acredito também que a Vivo deve passar quase incólume por esse cenário, provavelmente até mais forte porque o social distancing aumenta a demanda por conectividade virtual (soluções de banda larga e telefonia).
  • Apenas por curiosidade, chequei o valor dos ativos no fim do mês e comparei com os valores de venda/compra: FEXC11 90,79 BRL (-11%), KNCR11 89,97 BRL (-10%), RBRR11 93,54 BRL (-1%), entram VIVT4 49,45 BRL (+0,5%) e ABEV3 11,92 BRL (-2%). Essa comparação não serve para nada daqui em diante, é apenas curiosidade.

Movimentações táticas em 19/03: sai NSLU11 (200,10 BRL), aumentam XPML11 (59,65 BRL), JSRE11 (70,00 BRL) e HSML11 (52,92 BRL). Essa movimentação foi apenas uma troca de ativos, não usei caixa, e o volume foi de 0,7% do portfólio.

  • Troquei esses FIIs no maior momento de estresse da curva de juros no mês. NEsse momento os FIIs de Shopping Center estavam sendo esmagados com venda.
  • Chequei o valor atual dos ativos no fim do mês e comparei com os valores de venda/compra: NSLU11 2016,47 BRL (+8%), XPML11 91,88 BRL (+54%), JSRE11 93,00 BRL (+33%) e HSML11 83,15 BRL (+39%). Essa análise serve sim para mostrar que até o momento, foi uma decisão acertada. Vendi algo que havia caído muito pouco para comprar outros ativos extremamente estressados momentaneamente. Vendi algo que subiu 8% para comprar outros FIIs que subiram a um valor de pelo menos +40% aproximadamente do valor de compra.
  • No final das contas, como essa movimentação é apenas 0,7% do Portfólio MDE, ela pouco importa.

Movimentações táticas em 23/03: sai PFIN11 (91,00 BRL), entra ENEV3 (29,05 BRL). Essa movimentação foi apenas uma troca de ativos, não usei caixa, e o volume foi de 1,0% do portfólio.

  • Essa movimentação vai machucar minha renda passiva, no curto prazo, mas no longo prazo acredito ser vencedora.
  • PFIN11 negociado a 91 BRL é equivalente a aproximadamente um título que paga IPCA+7,9% bruto.
  • Eneva é uma empresa de energia, provavelmente vai navegar a crise sem problemas.
  • Essa movimentação representa deixar de ser credor de uma empresa para ser acionista de outra. É tomar o risco do negócio para si. PFIN11 é um FIP-IE, entrou na minha carteira no mês passado, mas já saiu devido a adversidade do cenário.

USDBRL:

  • Comprei dólar no mês a 5,14 (CET). Usei 1%  dos 10% de Caixa.
    • Razão: O Brasil vai ser afetado em cheio por esse choque Covid-19 + Oil Price War.
    • As medidas de amparo e estímulo da economia vão aumentar o déficit público para mais de 90% do PIB. Isso quer dizer que o Brasil já contratou um maior endividamento lá na frente, e em nenhum momento se falou de contrapartida. Os brasileiros pensam que o estado pode gastar mais, como se existisse fonte de dinheiro. Quero dizer aqui que esse gasto extra precisará de medidas austeras quando a crise passar, mas os brasileiros não estão preparados para esse debate. Ninguém quer ceder seus benefícios, só quer aumentar. Para o governo poder gastar agora na crise, ele precisará arrecadar mais no futuro, aumento de impostos seria uma alternativa, mas qual a chance dos brasileiros arrumarem a casa “fiscal”?
    • Se o problema fiscal do Brasil não for resolvido, ou a dívida não for crível, os fatores a seguir vão pressionar: Inflação, juros altos (Brasil é mau pagador), câmbio depreciado (derretimento do valor do real). Os três fatores podem acontecer combinados em alguma intensidade, e a conta vai chegar lá na frente.
    • Por isso, acredito que ter dólar é uma defesa barata. É muito importante ter parte do patrimônio em moeda forte. O dólar pode parecer caro, mas o Brasil é craque em destruir valor.
    • Infelizmente, nós brasileiros provavelmente sairemos dessa crise mundialmente mais pobres do que quando entramos.

Caixa BRL:

  • Durante esses atuais dois meses de crise, continuei com minha estratégia de economizar o salário (meta 60%) e consegui juntar aproximadamente 0,6% do Portfólio.

2.3 Utilização de aporte e caixa

No início da crise eu tinha 10% de Caixa em Reais, mas já gastei 2% (SMAL11) + 2% (SMAL11) +1,8% (VIVT4 e ABEV3) + 1% (USD) -0,6% (salário). Caixa em Reais atual do MD Elsewhere = 4%.

É interessante notar que esses 4% de Caixa restantes são em relação ao Portfólio no início da crise. Como o resto do portfólio encolheu (aproximadamente -25% em relação ao pico), esses 4% iniciais representam hoje 5% do que tenho.

3. Alocação de Recursos do Portfólio MD Mar/2020

 

3.1 Alocação geral ao longo do tempo

Um ponto interessante a se notar é que apesar da queda de 25% do pico do Portfólio MDE, as compras de ações feitas no mês recompuseram o percentual elevado de 50% em Empresas.

Outra coisa “muito legal” também é que bati minha meta de ter até o final de 2020 o valor de 15% de ativos no exterior! Terminei março com 17% fora do país, mas felizmente, ou melhor infelizmente, esse percentual aumentou por conta do derretimento dos ativos brasileiros, hehehe :(( :).

No gráfico acima, consta a atualização até hoje 05/04. Já percebo que por causa da subida do dólar, a parcela no exterior já está em 19%!

3.2 Alocação da seção de Ações (51%)

As mudanças aqui foram a inclusão do SMAL11, ABEV3 e aumento de VIVT4.

As ações derreteram no mês. O portfólio MDE Ações derreteu -30,7% em março/2020. O IBOV em março variou -29,9%.

3.3 Alocação da seção de FIIs (10%)

Zerei meus FIIs de papel (RBRR11, FEXC11, KNCR11), e aumentei percentualmente os de Shopping Center de Lajes Corporativas.

Zerei minha posição em NSLU11.

3.4 Alocação da seção Global (17%)

3.4.1 Ações & Dólar (8,1%)

A imagem abaixo mostra meu portfólio Global no fim de março/2020.

Após o envio ao exterior de 1% de Caixa BRL, fiquei com Caixa USD. Apesar de mostrar esses 18% na imagem acima, já adianto que comprei (pois estou escrevendo o post em Abril) todo esse valor em ETF de Ouro (IAU), ETF de Mineradoras de Ouro (GDX) e ETF de Prata (SLV).

3.4.2 Metais: Ouro e Prata (8,4%)

Minha parcela de Ouro só aumenta.

O ponto aqui é que trilhões de dólares, bilhões de euros, bilhões de yens, e várias outras moedas, estão sendo injetadas (fabricadas) para salvar a economia.

Isso leva à desvalorização das moedas em relação aos ativos limitados: metais raros, empresas, imóveis, terras etc. O resultado é que o preço desses bens/ativos aumentam nominalmente.

É uma inflação diferente da que o brasileiro mais velho tem conhecimento. Não é a inflação do feijão, arroz, educação, etc. É a inflação dos bens que produzem. Muito dinheiro disponível para poucos imóveis, empresas, terras, etc. Eu acredito que isso já acontece desde a saída da crise em 2008, e deve continuar nessa nova década. É uma força enorme mas vagarosa ao longo da década.

Como admito que não sei o que vai acontecer lá na frente, prefiro ter um pouco de cada coisa para navegar em tempos difíceis.

Concentração e alavancagem matam pelo meio do caminho. O importante é chegar do outro lado da travessia acima de tudo.

3.4.3 Criptomoedas (0,9%)

O BTC também é um bem limitado, e por isso tenho minha fé (ainda que muito pequena) nas criptomoedas. Continuam lá na minha carteira com aproximadamente 1%.

4. Proventos Recebidos

Estou a 66% da minha meta FIRE, a conhecida IF.
O topo da minha renda passiva foi aproximadamente 70% da FIRE.

Março foi o 13o mês no intervalo 60-70%.

Tive a 1a queda relevante de proventos de toda a série histórica.
Essas quedas serão mais frequentes nesse ano, mas é a hora de comprar ativos baratos para eles gerarem mais receita lá na frente.

5. Crescimento Patrimonial

Crescimento Patrimonial MD Elsewhere

Vejam o o impacto (até o momento) no Portfólio.

6. Fechamento

Wow!

Estamos finalmente numa crise mundial de verdade após mais de uma década da crise de 2008.

Os tempos são difíceis.

Não quero aqui discutir os assuntos de saúde em relação ao Covid-19, a internet já está cheia de informação e muito ruído sobre o assunto.

Em relação à economia e investimentos, o estrago será brutal. Muito desemprego no mundo e um longo período de dificuldades.

A parte boa é saber que passaremos por isso. O durante será doloroso, mas o outro lado da margem existe e chegaremos lá sim.

O mês de março foi único. O mundo viveu um período de ouro de crescimento e bonança na última década. O Brasil ficou alijado por causa dos nossos problemas de política interna. A hora do desafio chegou.

Como disse anteriormente, o Brasil provavelmente sairá da crise bem mais pobre do que entrou em relação ao mundo.

Guarde sua reserva de emergência, utilize seu Caixa com sabedoria.

Em Fevereiro eu tinha aproximadamente 16% de caixa para novas compras: 10% em Real e 6% em Ouro.
Agora em Março já estou com menor artilharia: 4% em Real e 7% em Ouro.

Em Fevereiro, a bolsa brasileira tinha caído 20% em dólar da máxima do ano.
Agora nos primeiros dias de Abril se acumulam 55% de queda no ano.

IBOV em USD

Para referência, em 2008 a bolsa caiu 70% em dólar do seu topo histórico. Hoje o valor do IBOV hoje está menor do que na crise de 2008, há 12 anos.

Isso quer dizer que ótimas oportunidades de investimento já surgiram, e estão por aí, mas só vamos reconhece-las daqui a 2, 3, 5 anos quando olharmos para trás com o benefício da retrospectiva.

Eu acredito que quem não tem ações está com uma oportunidade de ouro pela frente. Provavelmente será a oportunidade da década para comprar. Daqui a 5 anos iremos olhar os preços das empresas e vislumbrar o quanto estava barato.

Quem lembra de Petrobras a 4,00 reais? Foi há 3,5 anos. Quem comprou no meio do furacão vê hoje com toda a queda recente a ação da Petrobras a 15,00 reais. É quase 4x de multiplicação apesar de toda a queda recente. Tudo isso para dizer que é preciso comprar aos poucos durante todo esse tumulto.

Quem não tem nada em ações, deveria começar a comprar (em tranches).

Quem já tem muito (meu caso), deve tomar muito cuidado para não ficar sobre-exposto e capitular depois.

Os investidores ainda não estão com medo. Eu acredito fortemente na possibilidade da bolsa cair mais. Em Dólar o IBOV ainda está em 13 mil pontos. Isso quer dizer que facilmente ele pode chegar a 10 mil pontos, valor que chegou em 2016 com o desastre do lulo-petismo.

Isso é possível com o dólar subindo uns +10% e o IBOV em reais caindo mais uns 20% aproximadamente. Bingo.

Daí, em reais, o Ibov poderia chegar nos 50 mil pontos. Não é impossível. Como você está preparado para esse cenário?
Como você está preparado se o dólar chegar em 6,00 reais? É logo ali.

Os valores acima são apenas um exercício para pensarmos em situações mais difíceis. Afinal de contas, quem diria que a bolsa cairia 50% e o dólar chegaria a 5,30 há apenas 2 meses?

Barquinho do MD Elsewhere atravessando mar revolto.

Nós atravessaremos.

Nos vemos lá na frente!

MD Elsewhere in Brazil

 

 

 

 

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